quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Orientações para o Dízimo - 7/10

Este é o Sétimo post sobre uma série de 10 breves orientações para o Dízimo.Usamos um panfleto da Arquidiocese da Paraíba como fonte para essas orientações.

A sua vontade de doar à igreja, não deve ser encarada pela maneirar de que sua atitude seja em razão de terceiros ou de Padres. Como dito antes, o dízimo deve ser um ato de gratidão e alegria para com a comunidade cristã, ao momento que essa doação nos fortaleze na missão evangelizadora.  Toda a comunidade, aonde todos nós fazemos parte, tem a finalidade evangelizadora, ou seja, de pronunciar o amor de Deus por todo o mundo, cada um com a sua maneira, seja através do sorriso, da alegria, da dança, da música, seja qual for o meio evangelizador, a comunidade cristã( Igreja) necessita de recursos para manter a missão de evangelizar a todo vapor!!

Ou seja, o dízimo é um ato de evangelização, aonde esse ato deve ser emanado de alegria e gratidão, e esse ato deve ser fiel! Como assim? Ser fiel ao dízimo!? O dízimo deve ser dado mensalmente, aonde as pessoas devem permanecer com essa fidelidade não em razão dos Padres ou pastores da igreja, mas sim em função de toda a comunidade! O dízimo é um ato de fidelidade à  Deus seu com Cristo. Essa sua fidelidade dará frutos, onde essa sua doação será demonstrada pela igreja em seu ato evangelizador, ou seja, através dos ministérios de evangelização!


7. Mantenha a fidelidade ao dízimo não em razão dos padres ou pastores  da sua igreja e sim em função da missão evangelizadora e pastoral da igreja, assumida pela comunidade, através de diversos ministérios e serviços.


Visto, que a fidelidade deve ser mantida ao dízimo em razão de dar continuidade a missão evangelizadora da igreja católica, aonde devemos sempre estabelecer as premissas de que esse ato de evangelização que é o dízimo, deve ser feito de pura gratidão e alegria!

Através do que foi dito, pensemos um pouco a respeito de nossa fidelidade com o dízimo em nossa comunidade(igreja): Estamos sendo fiéis a nossa igreja, ajudando a manter a nossa missão evangelizadora? Se estamos ajudando, qual é a razão, pela qual estamos ajudando a nossa igreja? Será que é por causa só dos Padres e terceiros? Pensemos um pouco em toda a nossa vida em relação a nossa vida na Igreja! 

Sejamos Igreja! Sejamos Fiéis e Servos Evangelizadores da Nossa Igreja!

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Você sabe o que é o Youcat?


           Hoje falaremos um pouco sobre um dos novos meios de conhecimento da doutrina católica que temos em mãos o Youcat, lançado durante a JMJ deste ano em Madri o Youcat é O Catecismo da Igreja Católica com uma escrita voltada diretamente para os jovens, ele esta estruturado na forma de perguntas e respostas com as principais questões que nos deparamos durante nossa vida, às respostas são dadas através de citações do Catecismo da Igreja na sua versão original e com uma forma mais simples de explicação com exemplos, nas laterais de cada página podemos encontrar citações da bíblia, de vários santos, teólogos, filósofos e explicações sobre determinadas palavras. Uma fonte de inesgotável aprendizado no qual precisamos, e devemos, nos aprofundar que é no conhecimento da nossa própria fé pois não podemos seguir  verdadeiramente a algo que não conhecemos.
            “Este subsídio ao catecismo não vos adula; não oferece fáceis soluções; exige uma nova vida da vossa parte; apresenta-vos a mensagem do Evangelho como a "pérola de grande valor" (Mt 13, 45) pela qual é preciso dar tudo. Portanto, peço-vos: estudai o catecismo com paixão e perseverança! Sacrificai o vosso tempo por ele! Estudai-o no silêncio do vosso quarto, lede-o em dois, se sois amigos, formai grupos e redes de estudo, trocai ideias na internet. Permanecei de qualquer modo em diálogo sobre a vossa fé!" (Bento XVI)
             Por isso junte-se à todos nos que “sacrificamos o nosso tempo” para aprender cada vez mais sobre Deus, Jesus, sua Igreja e tudo o que nos é necessário para amadurecer nossa fé tanto espiritualmente quanto racionalmente
                                              

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Orientações para o Dízimo - 6/10

 
 
Este é o Sexto post sobre uma série de 10 breves orientações para o Dízimo. Usamos um panfleto da Arquidiocese da Paraíba como fonte para essas orientações.
 
O dízimo é um ato de gratidão e amor à nosso senhor jesus cristo. Temos que exteriorizar a nossa vontade de doar o nosso dízimo através da alegria. Essas duas características são essenciais para que o dízimo que as pessoas sejam verdadeiras doações a Deus. O ato do dízimo serve também como uma atividade evangelizadora para nós todos,ou seja, ao momento em que doamos o nosso dinheiro, fazemos um ato de evangelização, porque determinado dinheiro pode ser utilizado em atividades da igreja, da paróquia, da própria comunidade cristã em si.
 
O dízimo deve ser feito através da gratidão e exteriorizado através da alegria, como foi dito anteriormente, e ainda podemos colocar como fator importante é de que o dízimo deve ser colocado com uma atividade evangelizadora e que as pessoas participem dessa atividade com gosto. A contribuição com o dízimo é participar da grande missão da Igreja, que é a evangelização, sendo o dizimista um evangelizador, como foi dito anteriormente. Ou seja, quem oferta o dízimo com consciência e fé, torna-se evangelizador, mesmo que não possa ou não saiba anunciar a palavra de Deus. O próprio ato de contribuir com o dízimo já em um ato evangelizador. Por isso mesmo o dízimo dever ser visto e praticado com uma partilha dos bens para que outras pessoas sejam ajudadas através do plano evangelizador da Igreja.

6. Dízimo é fruto da atividade evangelizadora permanente. As pessoas evangelizadas participam com gosto da vida da comunidade cristã, por isso devemos assumir o dízimo, não como sistema de arrecadação financeira, e sim como partilha dos bens espirituais e materiais.

Resumindo, a nossa vida cristã em relação ao nosso doar, do dízimo, deve ser colocado com uma gratidão enorme a Deus, exteriorizando a Alegria, sendo assim uma partilhar dos bens existentes na vida de cada dizimista. Gerando uma virtude evangelizadora em cada um de nós. Sabendo que essa simples atitude pode gerar grandes efeitos.
 
Assim visto, o Dízimo só pode ser considerado como uma virtude eclesial. Se é uma virtude, ou seja, se é um bom hábito adquirido pelo católico participante de sua comunidade e se sabemos que toda virtude produz um efeito positivo e benéfico ao seu detentor, é razoável perguntar: qual efeito o Dízimo acarreta ao dizimista, à sua comunidade e à Igreja?

Partilhe os seus bens, faça a sua doação a Comunidade Cristã! Seja um Evangelizador!
  

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Orientações para o Dízimo - 5/10


Este é o Quinto post sobre uma série de 10 breves orientações para o Dízimo. Usamos um panfleto da Arquidiocese da Paraíba como fonte para essas orientações.

A sua oferta é para Deus, não para o homem. Esse é grande preceito que devemos adotar na hora de darmos o nosso dízimo. A oferta deve ser feita com toda a alegria e gratidão, como foi dito no post anterior, aonde todo o nosso dízimo deve ser feito com gratidão e deve se exteriorizar através da alegria. Esse é o verdadeiro meio de ajudar a nossa igreja, na qual ela foi erguida com fundamento no amor Deus. Nossa doação, nosso serviço, nossa oferta deve ser feita com gratidão e assim a mesma ser mostrada com Alegria. Gratidão e Alegria, são as palavras concretas, na qual os verdadeiros dizimistas devem mostrar o porque eles fazem essa oferta.

Não devemos ofertar algo para Deus só por obediência, como se fosse um favor e sim por gratidão à Deus, e com toda a alegria. Alegria essa é que é o tema principal de inserção do nosso dízimo para igreja, a igreja do amor e da Alegria.Para compreender mais ainda,vejamos agora a seguinte passagem bíblica:

"Disse-lhe o senhor: Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor." (Mateus 25:21)
Ao vermos todo o amor de Deus por nós, temos que nos tornar fiel, ou seja, perseverantes no amor de Deus. A passagem anterior nos diz que nós, servos de Deus, temos que ser um bons servos e também fiéis. O serviço e a oferta deve ser feita no pouco em que podemos dar, é assim que Deus nos quer, que o nosso serviço seja grande, mesmo doando pouco. Temos que ser fiéis à Deus sempre, temos que doar todo o nosso amor, ou seja, quando formos ofertar no nosso dízimo, demos o nosso pouco, dentro das nossas possibilidades, apenas o que você pode doar,mesmo sendo pouco, doe com gratidão e alegria. Essas duas palavras são essenciais para a nossa oferta a Deus.
   
Orientação 5: Deus ama quem se doa com alegria. Quem é fiel no pouco também é fiel no muito. O que a mão direita doa, que a mão esquerda não saiba.

Alegria, doação, fidelidade, pouco e muito. Palavras essas que devem ser um guia de entendimento para o nosso doar, nossa oferta a igreja de Deus. Ainda digo para suplementar, é que tudo isso deve ser feito para que Deus veja, todo o amor que você tem por ele e não para que os outros fiquem vendo o que você está fazendo, ou seja, faça para Deus e não para os homens verem.
Vamos refletir: Na hora em que você está ofertando o seu dízimo, você está doando para que as outras pessoas vejam o que está fazendo, ou só para que Deus veja todo o seu amor? Você doa, serve com alegria? Você está se doando para Deus, mesmo sendo um pouquinho? A sua doação é com gratidão? 

Oferte a Deus com Alegria!

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Orientações para o Dízimo - 4/10

Este é o Quarto post sobre uma série de 10 breves orientações para o Dízimo. Usamos um panfleto da Arquidiocese da Paraíba como fonte para essas orientações.

O amor de Deus nos faz forte e perseverante em todas as nossas atividades. Ou seja, dentro da nossa família, conseguimos ajudar quem está mais próximo de nós. Em nosso trabalho, colégio, universidade e outros lugares, nós podemos mostrar ao outro que o AMOR, que é Deus, está sempre do nosso lado, e assim sempre iremos mostrar quanto Deus é maravilhoso em nossas vidas. Não devemos servir a Deus como se fosse um favor, algo que seja um peso, Deus não precisa de favores nossos, Ele não quer isso, Ele quer nós sejamos seus servos, mas servos com o sentimento de gratidão e generosidade, e só assim iremos seguir fortes e perseverantes nEle, no Amor.
 
Deus nos quer ao lado dEle, mas para que Ele possa entrar em  nossos corações, teremos  que abrir as portas, para que o Senhor nosso Deus possa nos mostrar quão grande é servi-Lo. Façamos do servir a Deus com gratidão e generosidade, duas grandes forças para que esse infinito amor possa agir e se estabelecer em nossos corações. No momento em que fazemos a nossa oferta na Igreja com o dízimo, com o coração entendendo que está servindo a Deus, nossa oferta é grande. Mesmo que pensemos que temos pouco para doar a Deus, é aí que temos a verdadeira noção de que o pouco que ofertamos está servindo muito a Deus.
 
Faço essas palavras finais para que o pouco que você doe a Deus, mas com gratidão e generosidade, é muito para ELE. Então fiquemos com a seguinte mensagem:

Orientação 4: A oferta do dízimo exprime gratidão e generosidade. O amor que busca recompensas é uma troca ou favor. O amor de Deus não conhece barganha. Pouco com Deus é muito. Muito sem Deus é nada. 
 
Sabemos que essas palavras são uma verdadeira mensagem de quão grande é o AMOR de Deus por nós. Ele só quer que nós tenhamos um coração aberto para o seu amor e que assim possamos servi-Lo livremente, seja no nosso servir, seja fazendo nossa oferta do que ganhamos, porque Ele sempre nos dará mais. Deus é Fiel em suas promessas!

Pensemos um pouco: Será que tenho doado com raiva? Será que por causa da raiva não tenho doado? Será que doei com gratidão, mas fiquei esperando uma recompensa de Deus? Será que meu coração ainda é egoísta e não está aberto à doação? Será que não meço meu dinheiro para gastar com coisas fúteis, mas meço quando vou gastar nas coisas de Deus? O que falta para meu coração estar livre? Será que ajo assim só porque não vejo a Deus? Será que se eu visse a Deus, eu seria "murrinha" com Ele? Que fé é essa que não me faz agir nas necessidades materiais da Igreja?

Sejamos fiéis a Deus no nosso servir e no nosso doar.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Quem foi Madre Teresa de Calcutá?



 
A Comunidade Católica Nova Berith, comemorou no dia 5 de setembro o dia de Madre Teresa de Calcutá. Agora, o que muitos não sabem, é quem foi Madre Teresa de Calcutá? Temos a noção também de que ela foi um simples sorriso de deus na vida das pessoas. Veja:
  
Madre Teresa de Calcutá, cujo nome verdadeiro é Agnes Gonxha Bojaxhiu, (Skopje, 27 de Agosto de 1910 — Calcutá, 5 de Setembro de 1997) foi uma missionária católica albanesa, nascida na República da Macedónia e naturalizada indiana.Considerada a missionária do século XX, concretizou o projecto de apoiar e recuperar os desprotegidos na Índia. Através da sua congregação "Missionárias da Caridade", partiu em direcção à conquista de um mundo que acabou rendido ao seu apelo de ajudar o mais pobre dos pobres.
 

O início de uma jornada
 
Partiu para a Índia em 1931, para a cidade de Darjeeling, onde fez o noviciado no colégio das Irmãs de Loreto. No dia 24 de maio de 1931, fez a profissão religiosa, e emitiu os votos temporários de pobreza, castidade e obediência tomando o nome de "Teresa". A origem da escolha deste nome residiu no fato de ser em honra à monja francesa Teresa de Lisieux, padroeira das missionárias, canonizada em 1927 e conhecida como Santa Teresinha.De Darjeeling passou para Calcutá, onde exerceu, durante os anos 30 e 40, a docência em Geografia no colégio bengalês de Sta Mary, também pertencente à congregação de Nossa Senhora do Loreto. Impressionada com os problemas sociais da Índia, que se refletiam nas condições de vida das crianças, mulheres e velhos que viviam na rua e em absoluta miséria, fez a profissão perpétua a 24 de maio de 1937.Com a partida do colégio, tirou um curso rápido de enfermagem, que veio a tornar-se um pilar fundamental da sua tarefa no mundo.

Em 1946, decidiu reformular a sua trajetória de vida. Dois anos depois, e após muita insistência, o Papa Pio XII permitiu que abandonasse as suas funções enquanto monja, para iniciar uma nova congregação de caridade, cujo objetivo era ensinar as crianças pobres a ler. Desta forma, nasceu a sua Ordem – As Missionárias da Caridade. Como hábito, escolheu o sári, nas cores — justificou ela — "branco, por significar pureza e azul, por ser a cor da Virgem Maria". Como princípios, adotou o abandono de todos os bens materiais. O espólio de cada irmã resumia-se a um prato de esmalte, um jogo de roupa interior, um par de sandálias, um pedaço de sabão, uma almofada e um colchão, um par de lençóis, e um balde metálico com o respectivo número.

Começou a sua atividade reunindo algumas crianças, a quem começou a ensinar o alfabeto e as regras de higiene. A sua tarefa diária centrava-se na angariação de donativos e na difusão da palavra de alento e de confiança em Deus. No dia 21 de dezembro de 1948, foi-lhe concedida a nacionalidade indiana. A partir de 1950 empenhou-se em auxiliar os doentes com lepra.Em 1965, o Papa Paulo VI colocou sob controle do papado a sua congregação e deu autorização para a sua expansão a outros países. Centros de apoio a leprosos, velhos, cegos e doentes com HIV surgiram em várias cidades do mundo, bem como escolas, orfanatos e trabalhos de reabilitação com presidiários.

Um serviço ao mundo
 
Ao primeiro lar infantil ou "Sishi Bavan" (Casa da Esperança), fundada em 1952, juntou-se o "Lar dos Moribundos", em Kalighat.Mais de uma década depois, em 1965, a Santa Sé aprovou a Congregação Missionárias da Caridade e, entre 1968 e 1989, estabeleceu a sua presença missionária em países como Albânia, Rússia, Cuba, Canadá, Palestina, Bangladesh, Austrália, Estados Unidos, Ceilão, Itália, antiga União Soviética, China, etc.
 
O reconhecimento do mundo pelo seu trabalho concretizou-se com o Templeton Prize, em 1973, e com o Nobel da Paz, no dia 17 de outubro de 1979.Morreu com 87 anos, mas o seu trabalho missionário continua através da irmã Nirmala, eleita no dia 13 de março de 1997 como sua sucessora. Tratado como um funeral de Estado, vários foram os representantes do mundo que quiseram estar presentes para prestar a sua homenagem. As televisões do mundo inteiro transmitiram em directo durante uma semana, os milhões que queriam vê-la no estádio Netaji. No dia 19 de outubro de 2003, o Vaticano beatificou Madre Teresa. Hoje a sua Congregação reúne 3 mil freiras e 400 irmãos, em 87 países, dando apoio aos mais necessitados em cerca de 160 cidades.

Oração de Madre Teresa de Calcutá - Reflexão
 
Muitas vezes o povo é egocêntrico, ilógico e insensato,
- Perdoe-o assim mesmo.
Se você é gentil, o povo pode acusá-lo de egoísta e interesseiro.
- Seja gentil assim mesmo.
Se você for um vencedor, terá alguns falsos amigos e alguns inimigos verdadeiros.
- Vença assim mesmo.
Se você é honesto e franco, o povo pode enganá-lo.
- Seja honesto e franco assim mesmo.
O que você levou anos para construir, alguém pode destruir de uma hora para outra.
- Construa assim mesmo.
Se você tem paz e é feliz, o povo pode sentir inveja.
- Seja feliz assim mesmo.
O bem que você faz hoje, o povo pode esquecê-lo amanhã.
- Faça o bem assim mesmo.
Dê ao mundo o melhor de você, mas isso pode nunca ser o bastante.
- Dê o melhor de você assim mesmo.
Veja você que, no fim das contas, é entre VOCÊ E DEUS.
- Nunca foi entre você e o povo.

- Madre Teresa de Calcutá - 
 

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Orientações para o Dízimo - 3/10

Esta é o terceiro post sobre uma série de 10 breves orientações para o Dízimo. Usamos um panfleto da Arquidiocese da Paraíba como fonte para essas orientações. 

Deus nos da a Graça de,através do nosso esforço, termos mais do que necessitamos para o sustento de nossas famílias.Isso é mais do que justo visto que o Senhor nos capacitou para o trabalho e nos diz São Paulo na primeira carta à Timóteo que “O operário é digno do seu salário”(cf.ITi 5,18) mas sempre devemos nos lembrar que tudo o que temos é de Deus, dar o dízimo é um ato de ação de graças para com Deus e sua Igreja.

Muitas vezes podemos pensar que ao dar determinada quantia para o dízimo nos estamos “perdendo” dinheiro, um dinheiro do qual um dia podemos depender mas Deus nos fala em Malaquias 3,10: Pagai integralmente os dízimos ao tesouro do templo, para que haja alimento em minha casa. Fazei a experiência, diz o senhor dos exércitos, e vereis se não vos abro os reservatórios do céu e se não derramo a minha bênção sobre vós muito além 
do necessário.

Tantas vezes possuímos muitos gastos que podem ser considerado supérfluos, gastos que,se cortados, não irão interferir nas nossas vidas de forma direta.
Confiar na providência de Deus é se entregar e entregar tudo que se tem nas mãos de Deus para que seja disposto da melhor maneira possível para ajudar à Igreja e ao próximo.

Orientação 3: Ofertar é doar a própria vida ao Senhor. O dízimo oferecido não é tudo o que possuímos, levando em conta o que se investe necessariamente com o
sustento do lar ou que se desperdiça em tantas exterioridades supérfluas.